Como se pode ficar tão apavorada com alguém que você beijou e que beijou você… e a chamou de “meu amor”, “minha querida” e “minha princesa”? E que riu com você com os olhos transmitindo tantas segundas intenções? E que a amparou quando você sentia medo e lhe disse que não havia nada a temer, não enquanto ele estivesse por perto? Alguém que só precisava de um olhar para dizer o que estava pensando? Alguém que a protegeu, independentemente do que custou a si mesmo, por dias a fio?”